O que é pânico

e como posso te ajudar

O transtorno do pânico, também chamado de síndrome do pânico, é um transtorno de ansiedade caracterizado pela ocorrência recorrente de ataques de pânico inesperados. O ataque de pânico, por sua vez, é uma crise súbita de medo intenso ou desconforto extremo, com duração relativamente curta, geralmente em torno de 20 minutos.

Essas crises podem surgir de forma abrupta, sem um fator desencadeante aparente, podendo ocorrer até mesmo durante o sono (ataques noturnos) ou a partir de um estado de relaxamento completo. Em outros casos, os ataques partem de um estado prévio de ansiedade. Pessoas com transtorno do pânico costumam desenvolver um medo constante de novas crises, além de preocupações excessivas, principalmente relacionadas à saúde e à perda de controle sobre si mesmas.

O ataque de pânico vem acompanhado por quatro ou mais dos seguintes sintomas: palpitação/taquicardia, sudorese, tremores, falta de ar, tontura, enjoo, mal-estar, medo de perder o controle, sensação de desmaio ou morte iminente. A intensidade dos sintomas pode ser tão marcante que, muitas vezes, a pessoa acredita estar sofrendo um infarto, levando-a a buscar atendimento em serviços de emergência.

Os tratamentos são variados e começam com a compreensão integral do indivíduo, levando em consideração seus aspectos biológicos, psicológicos e transcendentais—o que podemos entender como “corpo, mente e espírito”. Apenas com esse entendimento é possível tratar o ser humano de forma completa, reconhecendo a complexidade de seu funcionamento.A abordagem terapêutica inicia-se pela via não farmacológica, que vai além de práticas como atividade física, alimentação equilibrada e higiene do sono. Neste estágio, buscamos compreender a história de vida do indivíduo e seus fatores contextuais. O Dr. Felipe adota os princípios da psicologia tomista como base para essa conduta, integrando uma visão profunda do ser humano em seu tratamento. Os antidepressivos e ansiolíticos (calmantes) são recomendados, como via farmacológica, e a prática tem demonstrado que a combinação adequada de ambos leva a um maior sucesso terapêutico. O calmante, por exemplo, administrado logo no princípio de um ataque, pode ser muito eficaz no controle. É comum os pacientes se sentirem mais seguros só pelo fato de carregarem a medicação consigo e, em muitos casos, ela se torna um fator preventivo de novos episódios.

R. Manuel da Nóbrega, 2060 - Paraíso | São Paulo - SP

(11) 97100-3030 contato@drfelipemuniz.com.br

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